Mãe Rainha

Mãe Rainha

 

Responsável por este Movimento na Diocese

Raymunda Malaguti

(73) 3231-3367

rrmalaguti@hotmail.com

 

Santuário de Schoenstatt tem o começo de sua história no início do século XX, mais precisamente em 18 de outubro de 1914, em meio ao tumulto da Primeira  Guerra Mundial, quando o Padre José Kentenich propôs a um grupo de jovens transformar uma capela abandonada em um local de peregrinação e graça, em Schoenstatt, Alemanha. Apesar de na origem desse Santuário não haver milagres, aparições ou intervenções celestiais como é comum acontecer, há uma “Aliança de Amor” entre seu fundador e seguidores com Maria. É nesse momento que eles se comprometem com uma vida cristã, voltada a divulgar o nome de Maria e viver conforme o seu exemplo, como outra Maria no mundo.

No final da Primeira Guerra, foram surgindo novas comunidades no Movimento de Schoenstatt, como a União Apostólica, Liga Apostólica e Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, envolvendo homens e mulheres que abraçam o objetivo de levar o pensamento e a fé católica ao redor do mundo.

Anos mais tarde, com a eclosão da Segunda Grande Guerra, o Santuário sofre a perseguição nazista e tanto seu fundador como outros sacerdotes são enviados ao campo de concentração. O Padre José Kentenich foi preso pela gestapo – polícia do exército nazista foi levado para ser preso em Dahau, onde sofreu coisas horrendas. O chefe de polícia queria que ele morresse aos poucos. Foi enviado para uma masmorra escura que tinha apenas uma pequena abertura  por onde era entregue os alimentos ao prisioneiro.

Passado um longo tempo, foram tirá-lo da masmorra pensando que ele estive morto e ficaram surpresos, pois ele saiu de lá com o aspecto de quem não tinha sofrido nada. E, nem ante tanta dor e sofrimento, Padre José Kentenich desistiu de sua missão. Mesmo preso, continuou a levar o amor de Maria ao próximo através de escritos e do testemunho de sua vida. O fim da guerra trouxe a liberdade aos sobreviventes. Assim o fundador do movimento continuou com sua peregrinação, firme de que sua missão era levar o Santuário de Schoenstatt e formar homens novos por todo o mundo. Viajou para países como a África do Sul, Uruguai, Argentina, Chile e Estados Unidos, consolidando assim, a sua obra.